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PARAHYBA DO NORTE E SUAS HISTÓRIAS: Os saudosos Jogos da Primavera - Por Sérgio Botelho
Houve um período em João Pessoa, entre os anos de 1967 até o início da década de 1980, em que ocorreram os nunca esquecidos Jogos da Primavera.
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Houve um período em João Pessoa, entre os anos de 1967 até o início da década de 1980, em que ocorreram os nunca esquecidos Jogos da Primavera.
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Já fazia mais de um ano que em São Paulo acontecera a Semana de Arte Moderna, também chamada de Semana de 22, uma reunião de artistas e intelectuais que impôs profundas modificações nas artes brasileiras, com fortes repercussões nos costumes.
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Foi no Colégio Lins de Vasconcelos, que existiu em João Pessoa nas décadas de 1950, 1960, 1970 e parte da de 1980, onde cursei a 4ª série ginasial e o 1º ano científico. Antes disso estudei no Pio XII e, depois do Lins, no Lyceu Paraibano. Os dois primeiros ocupavam lados opostos na praça São […]
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Nos meus tempos de criança e pré-adolescente, no Centro de João Pessoa, fomos vizinhos do doutor Heronides Alves Coelho, psiquiatra nascido em Timbaúba-PE e formado na Faculdade de Medicina de Pernambuco (mas que escolheu João Pessoa para exercer sua vida profissional), de sua esposa, dona Lourdes, e dos seus filhos.
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Duque de Caxias, Almirante Tamandaré, Visconde de Pelotas, Barão do Triunfo e General Osório são ruas e avenidas da cidade de João Pessoa que homenageiam figuras que lutaram na Guerra do Paraguai. Não há nenhum paraibano entre eles.
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No dia 9 de março de 1975, a seis dias do término de seu mandato, mas debaixo de muita euforia na seara esportiva local, o então governador Ernani Sátyro inaugurou o Estádio José Américo de Almeida Filho, o Almeidão. (Vítima de trágico acidente automobilístico a caminho do Rio de Janeiro, o homenageado era filho do ex-governador, ex-ministro e uma das lideranças da Revolução de 1930, José Américo de Almeida, que somente viria a falecer em 1980).
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Quando a gente conta histórias do cotidiano pessoense das décadas de 1950, 1960, até os primeiros anos da de 1970, é de se observar a menor quantidade de reações da parte de conterrâneas da mesma idade, aos fatos narrados. Andar pelo Ponto de Cem Reis, pela Lagoa, morcegar bonde, fazer compra em mercearias, cumprir mandados em geral eram tarefas para os meninos.
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No final da década de 1970, João Pessoa passou a ter um restaurante de sotaque lusitano, com destaque para a carta de vinhos (costume ainda não adotado em larga escala na cidade) e receitas de primeira grandeza culinária.
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Se obedecido o projeto original, o que deveria existir no centro da Praça Venâncio Neiva, inaugurada em 21 de julho de 1917, pelo governador Camilo de Holanda, seria um rink de patinação. Homenageando o primeiro presidente republicano da Paraíba, que governou o estado entre 1889 e 1891, a praça e diversas outras iniciativas de melhoria […]
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As ousadias do chef Walter Aguiar, proprietário e no comando da cozinha do Sagarana, encantaram o público pessoense. Arrimado em curso feito na tradicional escola francesa Le Cordon Bleu, o novo chef paraibano, com formação em Engenharia Civil, se apresentou com um cardápio bem diferente, revolucionando conceitos gastronômicos a partir daquela casa de pastos das décadas de 1990 e 2000, em Tambaú.
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A rua Arthur Aquiles, que liga as ruas Visconde de Pelotas e Treze de Maio, no meu tempo de infância e parte da juventude, era marcada, nas esquinas da Visconde de Pelotas, pela Padaria Paraibana, de Genival Carneiro, ao norte, onde presentemente opera uma loja de modas, e ao sul, pelo Hospital de Ponto de Socorro, que já foi Telpa e hoje é uma empresa de engenharia.
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Em parte da década de 90 houve um ponto de encontro marcado por tertúlias regadas a whisky e cerveja e boa comida e obras de arte a serem apreciadas chamado Le Cordon Bleu.
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Ainda lembro de um grande bingo (o jogo virou sinônimo do evento em si) em João Pessoa, realizado na Praça da Independência. A multidão lotava toda a praça, entre a rua Pedro I e a Walfredo Leal (a área inteira servida por autofalantes e fiscais que acompanhavam prováveis sortudos para comunicar ao comando do ato). “Quaraquaquá” queria dizer 44. “De rombo”, algum número redondo, tipo 20, 30, 40. “Dois patinhos na Lagoa” era o 22. Nunca vi tanta gente em um evento desses quanto naquele dia.
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Foi no ano de 1980 que a então Escola de Teatro Piollin, três anos após fundada, se mudou para o sítio onde existiu o Engenho Paul, contíguo ao Parque Solon de Lucena. O espaço ocupado é um marco dos empreendimentos agrícolas pessoenses, sem data de construção precisamente determinada.
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Uma idealização de Luis Carlos Vasconcelos, executada por ele e Everaldo Pontes (irmão da consagrada atriz paraibana Zezita Matos), dois dos atores mais festejados da constelação artística paraibana, a originalmente Escola de Teatro Piollin se acomodou de início, ainda bem longe do tamanho que viria a alcançar, em sala na parte baixa da cidade.
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Vez por outra registro, neste espaço de reminiscências que venho alimentando a abordarem coisas vistas e vividas em João Pessoa, a existência de bares e restaurantes, a leste do Sanhauá. São ou foram locais a possibilitar encontros e compartilhamento de experiências, emoções e ideias na trajetória da vida pessoense. Nesse particular, vários deles trocaram de […]
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Vivíamos o ano de 1968. A rebeldia dominava o espírito da juventude internacional. Os jornais, rádios e a ainda jovem TV registravam movimentos estudantis em todas as partes do mundo. Naquele ano, Paris quase protagonizou, a partir do movimento estudantil local, a queda de um governo nacional, no caso do general De Gaulle, herói da Segunda Guerra Mundial. Os jovens diziam ‘não’ a um mundo cujos valores estavam em desacordo com o que imaginavam. Do Oriente ao Ocidente.
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Não tem motorista que se lembre de ter sido multado pelo policial de trânsito Antônio Augusto da Silva, o popularíssimo, até hoje, “Apito de Ouro”. Preferia aproveitar a ocasião para transmitir regras de trânsito, geralmente no cochicho, bem baixinho!
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A tradicional Festa das Neves, com história que remonta às décadas iniciais da Parahyba, passou a contar, no Século XX, com a presença de pavilhões beneficentes a reunir a elite da cidade e de suas vizinhas geográficas. Tais iniciativas desempenhavam papel emblemático, servindo não apenas como locais de celebração e reunião, mas também na função de centros de atividades caritativas.
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Para contar a história de hoje tenho de começar por matéria do jornal A União de 16 de março de 1950, anunciando, em manchete de primeira página, “Um novo bairro elegante e aprazível”. No primeiro subtítulo, “Será construído ainda este ano, nesta capital, por iniciativa da Caixa Econômica Federal da Paraíba”.