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Dos trilhos da maxabomba Ă  avenida EpitĂĄcio Pessoa - Por SĂ©rgio Botelho

A primeira ligação mais rĂĄpida para TambaĂș, que aconteceu em 1908, foi por meio de um tipo de locomotiva bem rudimentar, movida a Ăłleo, conhecida como maxabomba, que partia da estação de Cruz do Peixe, em TambiĂĄ, aonde jĂĄ chegavam os bondes de tração animal que atendiam a cidade. A maxabomba era utilizada desde a segunda metade do sĂ©culo XIX (mais precisamente, a partir de 1867), como meio de transporte que revolucionou a vida da gente, e a economia do Recife. AliĂĄs, segundo a Fundação de Amparo Ă  Pesquisa do Estado de SĂŁo Paulo (Fapesp), a locomotiva recifense se constituiu no primeiro sistema de transporte urbano sobre trilhos do paĂ­s.

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O Beco Malagrida como resistĂȘncia cultural e urbana - Por SĂ©rgio Botelho

Primeiro, o personagem. O padre jesuĂ­ta Gabriel Malagrida foi um religioso nascido em MilĂŁo, na ItĂĄlia, que viveu entre os sĂ©culos XVII e XVIII e viajou muito pelo Norte e pelo Nordeste do Brasil. Passou a maior parte do tempo que viveu em solo brasileiro entre o ParĂĄ e o MaranhĂŁo, mas com passagens tambĂ©m pela Bahia e pela ParaĂ­ba. Sua missĂŁo: catequizar Ă­ndios e gente da terra em obediĂȘncia a princĂ­pios cristĂŁos.

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ParaĂ­ba Hotel: a cidade sobe e cria novos hĂĄbitos - Por SĂ©rgio Botelho

Quando JoĂŁo Pessoa assumiu a PresidĂȘncia da ParaĂ­ba, em 1928, a cidade alta da capital paraibana jĂĄ contava com a avenida JoĂŁo Machado (ostentando aparĂȘncia de um boulevard), com a Maximiano Figueiredo, com a Praça da IndependĂȘncia (onde o novo lĂ­der do estado foi morar) e com o Parque Solon de Lucena. Tudo isso fruto da empolgante dĂ©cada econĂŽmica de 1920 e dos efeitos, para a cidade, produzidos pelo governo federal de EpitĂĄcio Pessoa (1919-1922), tio do novo governante da ParaĂ­ba.

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Prédio dos Correios e Telégrafos: um clåssico quase centenårio - Por Sérgio Botelho

Bem perto de completar 100 anos de inaugurado, o que acontecerĂĄ em janeiro de 2027, a sede histĂłrica dos Correios e TelĂ©grafos, esquina da Praça Pedro AmĂ©rico com a rua Beaurepaire Rohan, Ă© um dos mais belos prĂ©dios do centro tombado de JoĂŁo Pessoa. Servir aos Correios, por inteiro, em seus trĂȘs pavimentos e numa ĂĄrea total construĂ­da de 6.794,34 metros quadrados, ele nĂŁo serve mais. Hoje Ă© majoritariamente ocupado por vĂĄrios serviços da Prefeitura de JoĂŁo Pessoa, e atĂ© jĂĄ recebeu nova denominação como Paço Municipal. Contudo, Ă© de prĂ©dio dos Correios que ele continua sendo chamado pelos pessoenses, tenha a eventual serventia que tiver.

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RAPIDAMENTE. Ponto de Cem Reis: o antigo centro de tudo - Por SĂ©rgio Botelho

Meus amigos, hoje vou falar do Ponto de Cem Reis. Herdou o apelido por ter sido lĂĄ atrĂĄs a parada mais central e concorrida das linhas dos bondes que atendiam bairros da cidade. É que a tarifa desses veĂ­culos custava cem rĂ©is. TambĂ©m era um local onde a cidade respirava, um sĂ­mbolo da urbe que crescia para todos os lados. De verdade, sempre funcionou na vida de todos os pessoenses como o centro de tudo o que podia ser entendido como capital da ParaĂ­ba.

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RAPIDAMENTE. Devoção e diversão: a Festa das Neves em João Pessoa - Por Sérgio Botelho

De superior inspiração religiosa, a Festa das Neves, em João Pessoa, se tornou ao longo do tempo a mais forte identidade cultural da cidade. Sem uma data precisa que determine o seu início, ela comemora a nossa padroeira: Nossa Senhora das Neves. Afinal, no universo católico, todo padroeiro ou padroeira tem direito a um novenårio e não poderia ser diferente com a Senhora das Neves. Seu instante maior é o 5 de agosto, dia mundial de apelo a essa denominação da Virgem Maria que fez nevar em pleno verão de Roma, segundo a tradição.

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RAPIDAMENTE. Teatro Santa Roza: requintado Ă­cone da cultura pessoense - Por SĂ©rgio Botelho

O assunto de hoje trata de um requintado Ă­cone da histĂłria artĂ­stica e social pessoense: o Teatro Santa Roza. Assim mesmo, com ‘z’, jĂĄ que homenageou o Ășltimo presidente da ParaĂ­ba, Francisco de Gama Roza. Foi durante o governo dele, entre julho e novembro de 1889, no crepĂșsculo do regime monĂĄrquico brasileiro, que o teatro da Praça Pedro AmĂ©rico foi concluĂ­do e inaugurado.

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RAPIDAMENTE. Ladeira SĂŁo Francisco: o caminho inicial por onde a cidade subiu - Por SĂ©rgio Botelho

Estabelecido o acordo com os índios, em 5 de agosto de 1585, os portugueses deram por fundada a Cidade Real de Nossa Senhora das Neves. Mas apenas em dezembro do mesmo ano é que a cidade começou a ser efetivamente erguida. Os primeiros prédios e vias foram construídos ali mesmo, à margem do Sanhauå, onde as gentes precursoras se introduziram. Nesse sentido, ergueram-se no local casas de moradia, armazéns e outros prédios com funçÔes administrativas e de defesa. Contudo, antes que o calendårio virasse para o Século XVII, vårias ordens religiosas aportaram no Varadouro e subiram relevo acima para edificação de seus abrigos.

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RAPIDAMENTE. Parque Arruda Cùmara, a Bica: uma acessível e desfrutåvel ostentação urbana! - Por Sérgio Botelho

Os anos 1920, conforme a gente vai entendendo, foram particularmente importantes para a cidade de JoĂŁo Pessoa. A capital paraibana terminou a dĂ©cada muito beneficiada no que tange Ă  construção e alargamento de ruas e praças. Mas tambĂ©m na edificação de prĂ©dios ainda hoje de forte impacto na urbe pessoense. A jĂĄ tradicional cultura do açĂșcar e o boom do algodĂŁo garantiram os recursos. Entre as boas obras da dĂ©cada referida, uma delas foi a do Parque Arruda CĂąmara, popularmente conhecido como Bica.

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No sĂĄbado de 26 de julho de 1930 foi assassinado em Recife o entĂŁo presidente da ParaĂ­ba, JoĂŁo Pessoa - Por SĂ©rgio Botelho

AOS FATOS. No dia 26 de julho de 1930, hĂĄ 93 anos, o entĂŁo presidente do Estado da ParaĂ­ba, JoĂŁo Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, natural de Umbuzeiro, era assassinado na cidade do Recife. Ele era sobrinho de EpitĂĄcio Pessoa, ex-presidente da RepĂșblica. O crime aconteceu na Confeitaria GlĂłria, na capital pernambucana, e foi perpetrado pelo advogado paraibano JoĂŁo Dantas, natural de Mamanguape, cuja famĂ­lia se inscrevia entre as que mantinham inimizade polĂ­tica com o presidente paraibano.