novo projeto musical

Músico paraibano, Joab Sax lança formação de novo grupo musical, "Baião Choro Jazz"

O saxofonista e compositor paraibano, Joab Andrade anunciou, na última semana, seu mais novo projeto, a formação do grupo musical, Baião Choro Jazz, que pretende unir os sons do saxofone, da flauta e do pife ao violão, ao contrabaixo elétrico e a bateria.

Foto: divulgação
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O saxofonista e compositor paraibano, Joab Sax anunciou, na última semana, seu mais novo projeto, a formação do grupo musical, “Baião Choro Jazz”, que pretende unir os sons do saxofone, da flauta e do pife ao violão, ao contrabaixo elétrico e a bateria.

O grupo será formado por Joab Sax e seus amigos, Edilson Ferreira, Wellington Dantas e Helton Silva, grandes músicos atuantes no Sertão paraibano.

Segundo Joab, tal grupo traz a apresentação que leva o mesmo nome do grupo e apresenta um repertório eclético, com clássicos do jazz, do chorinho, do forró e baião, fazendo uma salada com temperos diversos, experimentando ritmos e texturas nunca vistas antes. As músicas são tocadas com o um som brasileiro, repleta de liberdade expressa através da improvisação e com arranjos próprios.

O repertório conta ainda com obras autorais, enfatizando o som característico do grupo, mostrando uma identidade musical forte e sobretudo sertaneja, enraizada nos corações de cada componente do grupo, todos nascidos em cidades do alto Sertão paraibano: Uiraúna, Cajazeiras e São José de Piranhas.

“O som do Baião Choro Jazz emana ritmo, alegria e sofrimento, desbravamento, coragem, humildade e simplicidade, tudo congruente com o povo sertanejo, forte e admirável. Na apresentação do Baião Choro Jazz o público irá realizar uma viagem entre o sertão e o litoral, entre as terras do jazz, do choro e do baião, dois extremos que se entrelaçam de forma harmoniosa e sutil, com sotaque, com brasilidade. Um som que representa a alma brasileira”, disse Joab Sax.

Sobre Joab Sax

Joab Andrade ou artisticamente conhecido como Joab Sax é músico, compositor e arranjador nascido no sertão paraibano e dedicado à música instrumental, sobretudo à nordestina, realizando releituras de clássicos do forró, baião, frevo e maracatu, bem como apresentando obras autorais. Começou a tocar cedo, aos 12 anos de idade, por influências do pai. Naturalmente, se interessou pelos ritmos brasileiros, sobretudo o chorinho. A fim de se especializar e ampliar seus horizontes musicais, passou a estudar harmonia e improvisação, pesquisando sobre o jazz e sua influência sobre a música brasileira e como esta influenciou a música dos americanos. Logo, desenvolveu um sotaque musical próprio que mistura a brasilidade de nossa música com as técnicas de improvisação sistematizadas pelos estudiosos do jazz.

Fonte: Assessoria
Créditos: Polêmica Paraíba