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João Azevedo relembra trajetória de Ricardo Coutinho em documentário

João Azevedo relembra trajetória de Ricardo Coutinho em documentário

Um documentário produzido pela Antares em 2012 mostra várias personalidades, políticos e familiares dando seus depoimentos sobre o então governador Ricardo Coutinho (PSB).

Relembre no BAÚ DO NINJA esse vídeo e confira participações como a da mãe de Ricardo, dona Natércia Vieira, do filho, Rico Coutinho e de artistas, jornalistas, e do amigo de juventude e aliado desde a prefeitura de João Pessoa, o governador da Paraíba João Azevedo (PSB).

“Eu me lembro de Ricardo. Aquele Ricardo aguerrido como ele é hoje. Ainda cheio de sonhos, numa luta muito grande. Era muito vinculado aos movimentos estudantis. Por incrível que pareça não mudou muito não. O estilo dele, a forma dele, aquilo que ele acredita realmente se parece muito com o de 92 e o de hoje. Mesmo com as atribuições sendo completamente diferentes, mas ainda se percebe nitidamente que os conceitos, as crenças estão muito arreigadas ainda e são as mesmas”, comentou João Azevedo sobre seu amigo há mais de 30 anos.

O governador destacou ainda, durante seu depoimento alguns momentos emocionantes na gestão do então prefeito Ricardo Coutinho como a entrega do residencial Gervásio Maia.

“Eu citava aqui que um dos momentos mais marcantes da administração quando Ricardo era prefeito foi a entrega do conjunto Gervásio Maia. Porque era criança que nunca tinha pisado numa casa com piso. Era uma pessoa ao telefone dizendo ‘é de verdade’. A emoção demonstrada por essas pessoas ao receberem e ao chegarem nessas casas eu acho… (se emociona)”.

Com tom de reflexão e de descontração, Azevedo acrescenta que pensa muito com Ricardo e conta um fato engraçado quando estava na secretaria de planejamento.

“Eu penso muito como Ricardo em termos de que é possível fazer, é preciso fazer e nós temos condições de fazer.

“Eu encontrava com Ricardo no corredor da secretaria de planejamento e quando ele me via de longe, ele já abria os braços e dizia: Cadê as casas? Ai eu brinco dizendo que toda vez que via um crucifixo eu achava que tinha alguém me cobrando alguma coisa”, finalizou João Azevedo.

Fonte: Blog do Ninja
Créditos: Henrique Lima