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Soldado russo que se entregou na Ucrânia teme 'pelotão de fuzilamento' quando voltar para casa

De acordo com um soldado russo que se entregou às forças ucranianas, um funeral já foi "preparado para ele" na Rússia.

Soldados russos que se renderam — muitos deles, sem lutar — na Ucrânia vão enfrentar um pelotão de fuzilamento quando voltarem para casa, afirmou um deles.

De acordo com um soldado russo que se entregou às forças ucranianas, um funeral já foi “preparado para ele” na Rússia.

A vacilante invasão de Vladimir Putin viu o moral entre suas forças despencar diante da feroz resistência ucraniana. As perdas humanas e materiais superaram as expectativas de Putin, que chegou a afastar oito generais, segundo a Ucrânia.

Russos soluçando foram filmados dizendo a seus captores que não tinham ideia para onde seriam enviados. O governo da Ucrânia chegou a convocar a mãe deles para buscarem os seus filhos.

Mas agora teme-se que eles sejam baleados por seus comandantes vingativos quando voltarem para casa, relata o “Telegraph”.

“Na Rússia, já somos considerados mortos. Tive a oportunidade de ligar para meus pais e eles me disseram que um funeral para mim já havia sido providenciado. Se formos trocados (por ucranianos), seremos fuzilados por nosso próprio povo”, disse em Kiev um soldado da 2ª Divisão de Fuzileiros Motorizados.

Isso ocorre em meio a relatos de que combatentes chechenos aliados a Putin estão sendo usados ​​para bloquear a retirada de qualquer russo do front, em uma repetição brutal das táticas da Segunda Guerra Mundial.

O batalhão checheno tem o apoio do brutal Ramzan Kadyrov, 45, aliado próximo de Putin, que lidera a província russa da Chechênia. Seus membros são chamados de “kadyrovites”. Chechenos, assim como mercenários sírios, estariam sendo usados no cerco a Kiev.

Fonte: Extra
Créditos: Extra