MP não vai a reunião que convocou para agilizar licenciamento da Barreira

Confesso que fiquei feliz demais ao saber que o Ministério Público, através da 1º Promotoria do Meio Ambiente e do promotor José Farias, havia entrado na briga pela recuperação da falésia do Cabo Branco. Afinal de contas o MP é um órgão isento e fiscal da lei. Iria identificar rapidamente quem estava com a razão e quem estava mentindo. Com isso, o processo deveria andar rapidamente.

 

Ao final da primeira reunião entre MP, Prefeitura e Estado, minha desconfiança se confirmou. A Ata da reunião confirmou que não existia estudos de impactos ambientais e com isso a Sudema não poderia liberar as licenças para a Obra. Na Ata dizia ainda que seriam realizadas reuniões periódicas entre técnicos da Sudema, da Prefeitura, com a presença da 1ª Promotoria do Meio Ambiente.

 

Pois bem, minha alegria se transformou em desconfiança depois que o MP não foi a segunda reunião, que ele mesmo convocou para acontecer na sede da Sudema no dia de ontem.

 

Ao final, mais do mesmo. A Sudema alega que a Prefeitura ainda deve os estudos de impacto ambiental, a Prefeitura sai acusando a Sudema de arquivar o processo e pedir outro.

 

Enfim, sem o MP, nada avançou e a barreira continua caindo.